Wednesday, March 19, 2008

Cancion a una novia

... pero te quiero!

Baila CHIKI CHIKI

Esta é a palhaçada com que a TVE vai ao festival da eurovisäo deste ano. Graças ao voto massivo dos internautas espanhóis, e para grande escândalo dos puristas do festival, a Espanha participa naquela palhaçada com outra palhaçada. Boa!

Saturday, March 01, 2008

Soares unitario


Mário Soares veio a Andorra-la-Vella esta semana, para participar como principal orador numa conferência sobre Inovaçäo.

No dia seguinte o diário "Que Més" de Andorra trazia um título na primeira página que me despertou curiosidade. "Soares aposta pela unidade dos Estados Ibéricos".
Como podia Soares dizer uma coisa dessas? As ideias de Saramago estar-se-iam a espalhar demasiado depressa? Fui entäo ler o desenvolvimento nas páginas interiores. Afinal näo era bem assim. Soares havia sublinhado que essa unidade deveria ser apenas no sentido económico.

Bem estranhava que o velho bochecas, - embora últimamente venha aparentando estar um pouco chéché, - preconizasse agora a absorçäo de Portugal pela Espanha.

Ou seja; no parecer de Soares os espanhóis podem comprar toda a economia portuguesa, - têm meios para isso, - e pôr o país a funcionar que säo bem vindos.

Quanto aos políticos portugueses esses soberanamente continuariam no seu afâ de desenvolvimento, ou seja o continuar da delapidaçäo dos impostos que esses investimentos espanhóis e consequentes mais valias trariam ao país.

Que os espanhóis façam uma Opa tudo bem! Mas que seja a todo o Portugal. Incluindo Säo Bento e Justiça. Para bem do desgraçado povo português.

Sunday, February 24, 2008

Just a Pic


Pals - Catalunya

Andorra - The other face

Saturday, February 23, 2008

Fados en Catala


Névoa acaba de treure un nou disc de fados que fusiona els fados tradicionals i la llengua catalana. El disc es diu "Entre les pedres i els peixos".
El fado de Lisboa es fusionat amb lletres de poetes catalans com Enric Casasses, Feliu Formosa, Josep SAgarra i fins i tot d'ella mateixa, així com de Pablo Neruda.
Des de fa 10 anys Névoa està enamorada del fado lusitano.

Sunday, February 17, 2008

Just a Pic


Pedraforca - Sierra del Cadi, Catalunya.

Sur de Marruecos

Inolvidable viaje al sur de Marruecos que hice con un grupo de amigos. Ha pasado alguno tiempo pero la hecho de menos cada dia.

Wednesday, February 13, 2008

Sarko-Bruni


Ho confesso. Estic apassionat per l'afer Sarko-Bruni. Tanmateix perquè la nova senyora Sarkozy esdevingut també primera dama del Principat. Després perquè le monsier le president, vuit dies abans de casar-se va enviar a la seva ex un SMS dient-li que, si tornava anul.lava tot amb la Bruni. També es impressionant que regalés a la cantant un anell de compromís igual al que havia regalat a Cécilia. I també es de maldat portar la novia a Petra perquè era el destin preferit de la seva ex.
Tot aixó es molt estrany. A veura como reacciona la cantant amb veu de mosqueta morta.

Lusos na Neve


Granvalira, um dos maiores domínios esquiaveis da Europa, situado aqui no Principado de Andorra, acaba de constatar este Carnaval um enorme aumento de lusitanos nas suas pistas. Na última semana receberam mil portugueses, com estadas médias de uma semana, e prevêm para a Semana Santa a chegada de outos 6.000 portugueses. Depois dos espanhóis e dos ingleses säo os portugueses os que mais procuram a web de Granvalira, bem por cima dos franceses e dos andorranos.

Pelos vistos a crise em Portugal é mesmo só para alguns. Digo eu.

Monday, February 11, 2008

Playas de Begur y Pals

Begur me encanta. Aqui está la ultima visita que hice en verano pasado.

Friday, February 08, 2008

Just a Pic



Callela de Palafrugel Catalunya Espanya

Thursday, February 07, 2008

Hand Jobs

A guy walks into a pub and sees a sign hanging over the bar which reads:
Cheese Sandwich: - $1.50.
Chicken Sandwich: - $2.50.
Hand Job: - $10.00.
Checking his wallet for the necessary payment, he walks up to the bar and beckons one of the three exceptionally attractive blondes serving drinks to an eager-looking group of men.
“Yes?” she inquires with a knowing smile, “can I help you?”
“I was wondering”, whispers the man, “are you the one who gives the hand-jobs?”
“Yes”, she purrs, “indeed I am”
The man replies “Well wash your hands, I want a cheese sandwich!”

Las PETAs o las Tetas?



Militantes de la Organización Personas por la Ética en el Trato de los Animales (PETA) se han concentrado semidesnudas en Madrid, en protesta contra las corridas de toros.

Yo viendo la foto he quedado hecho un toro miura de casta. Y pido, por favor, mas protestas de este tipo.

Yo nunca he estado en contra de los toros. Se puede decir que soy mismo un tele aficionado. Pero, si vienen a protestar a mi portal, prometo que dejo los toros. Y se fuera el caso dejaria también a mi mujer.

Corruptos, disse ele



Estive há dias em Portugal para visitar a família, - näo que sinta saudades desse belo rectângulo à beira mar plantado - e fui surprendido pela bronca do dia, ou seja o discurso do Bastonário da Ordem dos Advogados, Marinho e Pinto, na cerimónia de abertura do ano judicial, perante as mais altas figuras do Estado, acusando a passividade da Justiça portuguesa contra os crimes de colarinho branco. Até hoje só há oito presos pelo crime de corrupçäo e nenhum deles é político.

O PGR, tipo virgem ofendida chamou o autor do discurso para concretar as acusaçöes. Melhor dizendo, deveria querer os processos já instruídos. Ou seja, que lhe fizessem o trabalho que apenas a ele compete. Para mais tarde arquivar!

Oh, senhor doutor Marinho, lutar contra a corrupçäo nesse país de corruptos é como malhar em ferro frio.

Já antes Joäo Cravinho o havia feito, com proposta de lei e tudo. Mandaram-no para Londres!
O Presidente da República também aflorou a questäo nas cerimónias do 5 de Outubro, mas a esse ninguém ligou nenhuma, é uma espécie de Rainha de Inglaterra, só serve para fazer discursos e cortar fitas.

A corrupçäo é o maior mal desse país. Portugal poderia estar ao nivel da Irlanda ou da Espanha se tal chaga näo existisse. Mas para isso teria de voltar a haver uma revoluçäo nesse país. Porque os que mais beneficiam com a corrupçäo säo os que teriam de alterar as leis nesse sentido. Por agora ficam os discursos.

Tuesday, February 05, 2008

As verdades de José Socrates

Obrigado pela confiança. Todos nós emigrantes damos com o nosso trabalho um elevado contributo para o enriquecimento dos países onde trabalhamos. Por isso somos conhecidos e reconhecidos. Precisamente ao contrário daqueles que pela sua governaçäo apenas contribuem para que o país fique efectivamente cada vez mais pobre.

Seita Diabolica



A Conferência Episcopal Espanhola veio esta semana, indirectamente mas de forma clara, pedir aos espanhóis para que votem no PP nas próximas eleiçöes de Março, o que despoletou a ira dos socialistas e dos defensores do estado laico. A Espanha, ou melhor o contribuinte espanhol entrega cada ano à Igreja Católica uma verba da ordem dos 5.000 milhöes de euros, em subvençöes de diversos tipos, pagamentos a padres que ministram aulas de religiäo nos colégios públicos, recuperaçäo de imóveis, isençöes de impostos, apoios a ONGs católicas, etc.
Com receio de perderem privilégios, ou que lhes possam vir a tocar "en el bolsillo" se näo ganhar o PP, arremetem os bispos de forma desavergonhada em matérias que näo lhes devia dizer respeito, ou seja a política. Isto depois da mega manifestaçäo do nacional catolicismo em Madrid a fazer lembrar o pior do regime franquista.
Desta vez saiu-lhes o tiro pela culatra. Há muitos católicos progressistas indignados, a Igreja espanhola está dividida pois muitos bispos tomaram o partido contrário, o Vaticano parece näo ter achado graça, o PP longe de ganhar certamente perderá votos a ponto de o beato Rajoy já estar incomodado com tanto barulho à volta da questäo. Com isto tudo a CEE já começou a recuar.
Zapatero deveria aproveitar para cortar a fundo, rever a Concordata, retirar-lhes as subvençöes. Que se autofinanciem.

Sunday, January 27, 2008

Ah, Ah

Friday, January 25, 2008

Tabacaria

Não sou nada.
Nunca serei nada.
Não posso querer ser nada.
À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo.
Janelas do meu quarto,
Do meu quarto de um dos milhões do mundo que ninguém sabe
quem é
(E se soubessem quem é, o que saberiam?),
Dais para o mistério de uma rua cruzada constantemente por
gente,
Para uma rua inacessível a todos os pensamentos,Real, impossivelmente real, certa, desconhecidamente certa,
Com o mistério das coisas por baixo das pedras e dos seres,
Com a morte a pôr humidade nas paredes e cabelos brancos nos homens,
Com o Destino a conduzir a carroça de tudo pela estrada de nada.
Estou hoje vencido, como se soubesse a verdade.
Estou hoje lúcido, como se estivesse para morrer,
E não tivesse mais irmandade com as coisas
Senão uma despedida, tornando-se esta casa e este lado da rua
A fileira de carruagens de um comboio, e uma partida apitada
De dentro da minha cabeça,
E uma sacudidela dos meus nervos e um ranger de ossos na ida.
Estou hoje perplexo como quem pensou e achou e esqueceu.
Estou hoje dividido entre a lealdade que devo
À Tabacaria do outro lado da rua, como coisa real por fora,
E à sensação de que tudo é sonho, como coisa real por dentro.
Falhei em tudo.
Como não fiz propósito nenhum, talvez tudo fosse nada.
A aprendizagem que me deram,
Desci dela pela janela das traseiras da casa,
Fui até ao campo com grandes propósitos.
Mas lá encontrei só ervas e árvores,
E quando havia gente era igual à outra.
Saio da janela, sento-me numa cadeira.
Em que hei-de pensar?
Que sei eu do que serei, eu que não sei o que sou?
Ser o que penso?
Mas penso ser tanta coisa!
E há tantos que pensam ser a mesma coisa que não pode haver tantos!
Génio?
Neste momento
Cem mil cérebros se concebem em sonho génios como eu,
E a história não marcará, quem sabe?, nem um,
Nem haverá senão estrume de tantas conquistas futuras.
Não, não creio em mim.
Em todos os manicómios há doidos malucos com tantas certezas!
Eu, que não tenho nenhuma certeza, sou mais certo ou menos certo?
Não, nem em mim...
Em quantas mansardas e não-mansardas do mundo
Não estão nesta hora génios-para-si-mesmos sonhando?
Quantas aspirações altas e nobres e lúcidas -
Sim, verdadeiramente altas e nobres e lúcidas -,
E quem sabe se realizáveis,
Nunca verão a luz do sol real nem acharão ouvidos de gente?
O mundo é para quem nasce para o conquistar
E não para quem sonha que pode conquistá-lo, ainda que tenha razão.
Tenho sonhado mais que o que Napoleão fez.
Tenho apertado ao peito hipotético mais humanidades do que Cristo,
Tenho feito filosofias em segredo que nenhum Kant escreveu.
Mas sou, e talvez serei sempre, o da mansarda,
Ainda que não more nela;
Serei sempre o que não nasceu para isso;
Serei sempre só o que tinha qualidades;
Serei sempre o que esperou que lhe abrissem a porta ao pé de uma parede sem porta
E cantou a cantiga do Infinito numa capoeira,
E ouviu a voz de Deus num poço tapado.
Crer em mim?
Não, nem em nada.
Derrame-me a Natureza sobre a cabeça ardente
O seu sol, a sua chuva, o vento que me acha o cabelo,
E o resto que venha se vier, ou tiver que vir, ou não venha.
Escravos cardíacos das estrelas,
Conquistámos todo o mundo antes de nos levantar da cama;
Mas acordámos e ele é opaco,
Levantámo-nos e ele é alheio,
Saímos de casa e ele é a terra inteira,
Mais o sistema solar e a Via Láctea e o Indefinido.
(Come chocolates, pequena; Come chocolates!
Olha que não há mais metafísica no mundo senão chocolates.
Olha que as religiões todas não ensinam mais que a confeitaria.
Come, pequena suja, come!
Pudesse eu comer chocolates com a mesma verdade com que comes!
Mas eu penso e, ao tirar o papel de prata, que é de folhas de estanho,
Deito tudo para o chão, como tenho deitado a vida.)
Mas ao menos fica da amargura do que nunca serei
A caligrafia rápida destes versos,
Pórtico partido para o Impossível.
Mas ao menos consagro a mim mesmo um desprezo sem lágrimas,
Nobre ao menos no gesto largo com que atiro
A roupa suja que sou, sem rol, para o decurso das coisas,
E fico em casa sem camisa.
(Tu, que consolas, que não existes e por isso consolas,
Ou deusa grega, concebida como estátua que fosse viva,
Ou patrícia romana, impossivelmente nobre e nefasta,
Ou princesa de trovadores, gentilíssima e colorida,
Ou marquesa do século dezoito, decotada e longínqua,
Ou cocote célebre do tempo dos nossos pais,
Ou não sei quê moderno - não concebo bem o quê -,
Tudo isso, seja o que for, que sejas, se pode inspirar que inspire!
Meu coração é um balde despejado.
Como os que invocam espíritos invocam espíritos invoco
A mim mesmo e não encontro nada.
Chego à janela e vejo a rua com uma nitidez absoluta.
Vejo as lojas, vejo os passeios, vejo os carros que passam,
Vejo os entes vivos vestidos que se cruzam,
Vejo os cães que também existem,
E tudo isto me pesa como uma condenação ao degredo,
E tudo isto é estrangeiro, como tudo.)
Vivi, estudei, amei, e até cri,
E hoje não há mendigo que eu não inveje só por não ser eu.
Olho a cada um os andrajos e as chagas e a mentira,
E penso: talvez nunca vivesses nem estudasses nem amasses nem cresses
(Porque é possível fazer a realidade de tudo isso sem fazer nada disso);
Talvez tenhas existido apenas, como um lagarto a quem cortam o rabo
E que é rabo para aquém do lagarto remexidamente.
Fiz de mim o que não soube,
E o que podia fazer de mim não o fiz.
O dominó que vesti era errado.
Conheceram-me logo por quem não era e não desmenti, e perdi-me.
Quando quis tirar a máscara,
Estava pegada à cara.
Quando a tirei e me vi ao espelho,
Já tinha envelhecido.
Estava bêbado, já não sabia vestir o dominó que não tinha tirado.
Deitei fora a máscara e dormi no vestiário
Como um cão tolerado pela gerência
Por ser inofensivo
E vou escrever esta história para provar que sou sublime.
Essência musical dos meus versos inúteis,
Quem me dera encontrar-te como coisa que eu fizesse,
E não ficasse sempre defronte da Tabacaria de defronte,
Calcando aos pés a consciência de estar existindo,
Como um tapete em que um bêbado tropeça
Ou um capacho que os ciganos roubaram e não valia nada.
Mas o dono da Tabacaria chegou à porta e ficou à porta.
Olhou-o com o desconforto da cabeça mal voltada
E com o desconforto da alma mal-entendendo.
Ele morrerá e eu morrerei.
Ele deixará a tabuleta, e eu deixarei versos.
A certa altura morrerá a tabuleta também, e os versos também.
Depois de certa altura morrerá a rua onde esteve a tabuleta,
E a língua em que foram escritos os versos.
Morrerá depois o planeta girante em que tudo isto se deu.
Em outros satélites de outros sistemas qualquer coisa como gente
Continuará fazendo coisas como versos e vivendo por baixo de coisas como tabuletas,
Sempre uma coisa defronte da outra,
Sempre uma coisa tão inútil como a outra,
Sempre o impossível tão estúpido como o real,
Sempre o mistério do fundo tão certo como o sono de mistério da superfície,
Sempre isto ou sempre outra coisa ou nem uma coisa nem outra.
Mas um homem entrou na Tabacaria
(para comprar tabaco?),
E a realidade plausível cai de repente em cima de mim.
Semiergo-me enérgico, convencido, humano,
E vou tencionar escrever estes versos em que digo o contrário.
Acendo um cigarro ao pensar em escrevê-los
E saboreio no cigarro a libertação de todos os pensamentos.
Sigo o fumo como uma rota própria,
E gozo, num momento sensitivo e competente,
A libertação de todas as especulações
E a consciência de que a metafísica é uma consequência de estar mal disposto.
Depois deito-me para trás na cadeira
E continuo fumando.
Enquanto o Destino mo conceder, continuarei fumando.
(Se eu casasse com a filha da minha lavadeira Talvez fosse feliz.)
Visto isto, levanto-me da cadeira.
Vou à janela.
O homem saiu da Tabacaria
(metendo troco na algibeira das calças?).
Ah, conheço-o: é o Esteves sem metafísica.
(O dono da Tabacaria chegou à porta.)
Como por um instinto divino o
Esteves voltou-se e viu-me.
Acenou-me adeus gritei-lhe
Adeus ó Esteves!, e o universo
Reconstruiu-se-me sem ideal nem esperança, e o dono da
Tabacaria sorriu.


Fernando Pessoa

O senhor da ASAE



O senhor da foto, presidente duma nova polícia que anda dando show mediatico por Portugal, multando a torto e a direito, sempre acompanhado pelas câmaras da televisäo e a quem MST denomina de novo Ayatollah, afirmou do alto da sua autoridade que "se näo quisermos viver nesta sociedade, poderemos sempre emigrar".

Ora bem, eu por näo querer viver nessa sociedade, já o fiz em 2003. Ao contrário de muitos outros compatriotas, que cruzam a fronteira apenas com o intuito de sustentar a família, eu busquei um exílio voluntário, única e exclusivamente porque o país que me viu nascer e onde vivi quarenta e muitos anos, me começou a meter nojo. Como näo faço parte das nomenclaturas que enriquecem robando os impostos pagos pelos portugueses que trabalham, enquanto a chamada justiça assobia para o lado, restava-me apertar o cinto, sobreviver e ir continuando a pagar os sempre elevados impostos que por aí se costumam cobrar. Exilei-me.

Hoje vivo a uns prudentes 1300 kms, desse país putrefacto, num local onde os governantes cumprem aquilo para que foram eleitos ou seja governar e zelar pelo bem estar dos cidadäos. Vivo num local com pleno emprego, sem mendigos, sem drogados a estacionarem carros, sem graffiteiros, um local com parques de estacionamento públicos onde a primeira hora é gratuita, onde as multas por estacionamento custam apenas 12 euros, onde os serviços de saúde e a SS säo eficientes e nos hospitais só existem quartos particulares (mesmo para o mais humilde emigrante), onde a justiça funciona e é eficaz praticamente näo existindo criminalidade. Ou seja o inverso dessa realidade à beira mar plantada.

Que o senhor da ASAE, os seus colegas de partido e já agora os do outro partido que com eles têm dividido a governaçäo, continuem nesse caminho. Caminho que conduziu Portugal ao ridículo em que se encontra hoje na Europa, e que levará à completa ruina do país dentro de alguns anos. Eu por mim, já estou em porto seguro.